O Curso "Qualidade no Atendimento", a ser realizado nos próximos dias 3 e 4 de junho, abre a seqüência de treinamentos de servidores do Pólo de Quixadá. A ação é parte integrante do Projeto de Interiorização de Treinamento e Desenvolvimento (Printed). O objetivo é oferecer ferramentas para que ocorra uma melhor prestação jurisdicional em todas as unidades da Justiça no Estado.
A capacitação beneficia 10 comarcas: Canindé (1ª e 2ª Varas), Caridade, Itatira, Madalena, Morada Nova (1ª e 2ª Varas), Pedra Branca, Quixadá (1ª e 2ª Varas), Quixeramobim (1ª e 2ª Varas), Senador Pompeu (Vara Única e JECC) e Solonópole.
O programa prossegue com outros três cursos: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), programado para os dias 5 e 6 de junho; Direito Processual Civil, a ser ministrados nos dias 10 e 11 de junho; e Direto Processual Penal, programado para os dias 12 e 13 de junho. Todos os cursos têm carga horária de 16 horas/aula, totalizando 64 horas/aula, e somam 225 vagas oferecidas aos servidores lotados no Pólo de Quixadá.
De acordo com a chefe do Serviço de Treinamento do Tribunal de Justiça, Suelene Franco do Nascimento, o Printed, "ao levar capacitação aos servidores do interior, busca tratar de forma igual às unidades Judiciárias do Estado". Já foram capacitados os servidores dos Pólos de Aracati, Região Metropolitana de Fortaleza e das 22 comarcas do Pólo de Sobral.
Os instrutores dos cursos fazem parte do Banco de Facilitadores de Aprendizagem (BFA) do Tribunal de Justiça. O curso sobre "Qualidade no Atendimento" terá como facilitador o servidor Nelson Ricardo de Moraes Nogueira. "Estatuto da Criança e do Adolescente" terá como facilitadora a servidora Fátima Leda Barros Almada. Os servidores Sérgio Luis Alves de Sousa e Antonio Carlos Largura Filho também atuarão como facilitadores do curso sobre o ECA.
Link para a página original
0 pessoas comentaram a notícia "Tribunal de Justiça promove capacitação em Quixadá"
Deixe o seu comentário
* Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.