No dia 24, às 14h30min, acontece o II Encontro no Salão Nobre do TJ. O Coral da Justiça se apresenta juntamente com os corais da Câmara Municipal de Salvador, do Mosteiro de São Bento, do Intercanto (Conder/Saeb), do Lacen, da Petrobras, do Instituto dos Cegos da Bahia, do Coral MP em Canto, do Coral da Cidade do Salvador e da Companhia do Canto (Ministério da Fazenda).
Já no dia 29, o Coral da Justiça abre o 2º Bazar Natalino do Poder Judiciário, com uma exibição, às 13 horas, na Praça de Serviços do TJ. Nesse mesmo local, o grupo canta novamente em 16 de dezembro. Quatro dias depois (20), estará presente no Natal da Cidade, na Praça da Sé, às 21h10min.
O coordenador Francisco Queiroz informou que o coral precisa de vozes masculinas e que os ensaios acontecem semanalmente, às terças-feiras, das 12h30min às 14h30min, no Salão de Casamento, do Fórum Ruy Barbosa, e às quartas-feiras, das 12 horas às 14 horas, na sala 215, Ala Norte do Tribunal de Justiça.
DIA DO SERVIDOR Alegria e entonação marcaram a terceira apresentação do Coral da Justiça, na Praça de Serviços do Tribunal de Justiça, em homenagem ao Dia do Servidor. O grupo cantou as músicas Esperando na Janela, My May, Ponta de Areia, Você já foi à Bahia?, Isto aqui é o que é e um pout-porri com diversas canções que relatam a história da Bahia, com a participação da bailarina Solange Lima.
Participam do coral 40 servidores, regidos pelo maestro Gilmar Mendonça. Segundo ele, o grupo está em ascensão. Há um aperfeiçoamento em cada apresentação, revelou, parabenizando os seus integrantes. A colaboração e a motivação de cada um fazem o sucesso do grupo, observou.
Para a servidora Ana Lúcia Franco, que assistiu atentamente ao espetáculo, este foi um momento de revigoramento para mim, agora vou trabalhar mais feliz. Já a servidora Maria Isabel Carvalho disse que ouvir o coral a deixa relaxada. Ele me traz tranqüilidade e alegria. O auditor fiscal Rafael Soares, que foi almoçar no Restaurante Alternativo, ficou surpreso: Vou me alimentar ao som de uma boa música, comentou.
Para a escrivã e integrante do coral Dinalva Lopes cantar é uma terapia. É um momento de lazer, disse, ressaltando que a vida é muito corrida, é preciso um tempo para se distrair. Segundo o seu colega Gílson Cardoso, o repertório do grupo está envolvente.
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