A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná acaba de entrar (25/10) com uma petição no Superior Tribunal de Justiça para sustar a execução da suspensão do processo de privatização do Banestado
Banco do Estado do Paraná, determinada ontem (24) pelo desembargador Octávio Valeixo, do Tribunal de Justiça do Paraná
TJPR. Com a liminar, ficaram suspensos todos os atos decorrentes do leilão de alienação do controle acionário do banco. A ação popular foi impetrada pelos senadores Álvaro Dias (PSDB), Roberto Requião (PMDB) e Osmar Dias (PSDB), mas o pedido de liminar havia sido indeferido pela Justiça paranaense pouco antes da realização do leilão, no dia 17. No recurso contra o indeferimento, os advogados dos senadores argumentaram que o banco está sendo transferido de forma irregular, danosa e insidiosa, pois o ágio de 300% sobre o preço avaliado originalmente (R$ 434 milhões) comprova que o valor mínimo foi propositadamente distanciado da realidade
o Itaú adquiriu o Banestado por R$ 1,625 bilhão. Como a Procuradoria-Geral do Estado teve o seu pedido de reconsideração da decisão negado pelo TJ, recorreu ao STJ.
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