Na próxima segunda-feira (13), a partir das 17 horas, a Brigada de Incêndio do Superior Tribunal de Justiça, formada exclusivamente de servidores, fará a sua primeira atividade durante a simulação de abandono do Prédio da Administração. Trinta e quatro servidores receberam treinamento dos instrutores do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Estatísticas do Corpo de Bombeiros sinalizam que a existência de uma Brigada de Incêndio reduz o pânico e em 50% o número de pessoas presas nas edificações quando ocorre um incêndio. O presidente do STJ, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, fez o lançamento da Brigada para atuar em situações de emergência nas quais haja risco à segurança das pessoas e ao patrimônio público. A iniciativa da Secretaria de Segurança e Apoio aos Ministros do Tribunal é inédita no âmbito dos Tribunais Superiores. Para o presidente do STJ, a importância dessa Brigada pode ser bem avaliada quando se evocam, com pesar, tragédias causadas pelo fogo cujas conseqüências danosas foram proporcionais às falhas observadas nos sistemas de prevenção
na verdade, precários ou inexistentes. O ministro cita os incêndios ocorridos nos edifícios Joelma e Andraus, bem como na Vila Socó, todos em São Paulo, nos quais centenas de pessoas morreram e outras feriram-se. Pádua Ribeiro ressalta que é lastimável que somente após as perdas é que foram apontadas medidas que teriam evitado as proporções catastróficas desses acontecimentos.
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