Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas do STF

Médico paraguaio acusado de encomendar assassinato de um colega de trabalho continuará preso

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Supremo Tribunal Federal
Data de Publicação: 31 de dezembro de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

O médico paraguaio M.A.C.A. teve pedido liminar em habeas corpus (HC 93502) negado pela ministra Ellen Gracie, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). O médico encontra-se preso e responde ação penal, na qual é acusado de supostamente encomendar a morte de um colega de trabalho para conseguir um cargo melhor e, ainda, atentar contra a vida de duas mulheres para assegurar a impunidade do crime.

A defesa do paraguaio alega que M.A.C.A. é primário, tem profissão lícita e residência fixa. Contesta também o decreto de prisão preventiva, que não estaria devidamente fundamentado e teria se baseado em confissão obtida sob tortura. Desta forma, pede que seja concedido o habeas corpus para que o estrangeiro responda ao processo criminal em liberdade.

O Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, bem como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram os habeas lá impetrados. Para o STJ, existe “possibilidade concreta de fuga do ora paciente (acusado), uma vez que não possui quaisquer vínculos com o distrito da culpa, aliás, nem com o nosso país, visto ser cidadão estrangeiro” e que, “apesar de ser profissional da área médica, demonstrou profundo desprezo pela vida humana”, o que justifica a manutenção da prisão.

Decisão

Ao analisar o pedido, a ministra Ellen Gracie afirmou que tanto o decreto de prisão quanto a decisão do STJ “se encontram motivados, apontando as razões de seu convencimento e a necessidade de manutenção da custódia preventiva”, sendo estas razões suficientes para negar o pedido da defesa e manter a prisão.

LF/EC

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Médico paraguaio acusado de encomendar assassinato de um colega de trabalho continuará preso"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.438s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats