Ao registrar a passagem do Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozônio, em 16 de setembro, o senador Edison Lobão (PFL-MA) lembrou os efeitos danosos desse fenômeno na saúde do homem e no meio ambiente e destacou os esforços do governo brasileiro nas estratégias e ações para a sua a proteção da camada de ozônio.
Lobão enumerou a catarata, o câncer de pele, os danos ao sistema imunolágico e o envelhecimento precoce da pele como algumas das conseqüências da exposição aos raios ultravioleta em decorrência da degradação da camada de ozônio. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, citados pelo senador, a cada 1% de perda da proteção de ozônio surgem 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira por catarata.
O senador lembrou que em todo o mundo vêm sendo tomadas medidas para reverter a destruição da camada de ozônio, entre elas a proibição de produção e uso do grupo de gases chamados clorofluorcarbonos (CFC), principais responsáveis pelo fenômeno. Ele ressaltou o empenho do governo brasileiro em cumprir protocolos internacionais neste sentido e as ações que vem tomando juntamente com a iniciativa privada para minimizar o problema.
- Creio que apesar do quadro assustador em termos mundiais, pelo menos aqui no Brasil temos motivos para festejar o Dia Internacional para a proteção da Camada de Ozônio. Aplaudimos o governo brasileiro por se ter integrado ao movimento internacional em defesa da camada de ozônio, e aplaudimos as empresas que procuram adaptar a fabricação dos seus produtos livres das substâncias nocivas ao homem e ao meio ambiente que o cerca - disse o senador.
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