O conhecimento de dados etnológicos, sociológicos, históricos e artísticos é um instrumento fundamental para que a coletividade brasileira aprenda a valorizar o patrimônio e a proteger sua integridade, afirmou o senador Romero Jucá (PSDB-RR), ao prestar homenagem ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e seus servidores pelo trabalho que vêm desenvolvendo em prol da cultura nacional e da proteção dos bens culturais brasileiros.
As atribuições do IPHAN, informou o senador, cobrem um universo amplo e diversificado. Suas ações vão desde identificar, restaurar, preservar e fiscalizar bens físicos, paisagísticos, arqueológicos e intelectuais, chegando até a administração de bibliotecas. Para este trabalho, o instituto conta com 14 superintendências regionais e 19 sub-regionais.
Romero Jucá lembrou que o Brasil possui nove relíquias que integram o Patrimônio Mundial da Humanidade: o conjunto arquitetônico e urbanístico de Ouro Preto (MG); o centro histórico de Olinda (PE); os remanescentes da Igreja de São Miguel das Missões (RS); o centro histórico de Salvador (BA); o Santuário de Bom Jesus de Matozinhos (MG); os sítios arqueológicos de São Raimundo Nonato, no Parque Nacional da Serra da Capivara (PI); o conjunto urbanístico, arquitetônico e paisagístico de Brasília; o Parque Nacional do Iguaçu (PR); e o centro histórico de São Luís (MA).
- Cuidar desse valioso acervo da memória nacional e preservar a integridade de seus bens ultrapassa os limites de uma tarefa meramente burocrática ou administrativa. Torna-se uma função social verdadeiramente obrigatória. É por isso que a atuação de um órgão como o IPHAN deve ser ressaltada e valorizada por esta Casa - afirmou o senador.
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