Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ASen

BARRETO ELOGIA ARTICULAÇÃO DO SENADO POR UMA POLÍTICA CINEMATOGRÁFICA

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Senado
Data de Publicação: 12 de novembro de 1999
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

O produtor Luis Carlos Barreto disse nesta sexta-feira (dia 12), durante audiência pública na Subcomissão do Cinema Brasleiro, que pela primeira vez no Brasil há um um movimento, liderado pelo Senado, favorável à criação de políticas públicas para tornar o país um produtor de imagens, com capacidade para difundí-las interna e externamente.

- Um país que não tem seu próprio cinema é como uma casa sem espelhos. Depois de dois meses, as pessoas que moram nessa casa perdem a referência de quem são ¿ alertou.

Barreto defendeu uma ampla reformulação no tratamento para toda industria audiovisual brasileira, "sob o risco de perdermos a nossa identidade". Ele alertou para a estratégia montada pelos Estados Unidos, com apoio do seu governo, e que permite àquele país difundir seu estilo de vida e seus produtos no mundo inteiro. Barreto sugeriu que a própira subcomissão iniciasse a reação e sugeriu um modo de fazer isso.

-É preciso ressuscitar o projeto de lei complementar à Constituição preparado há 11 anos pelo ex-senador Pompeu de Souza, propondo a criação do Conselho Nacional de Comunicação ¿ defendeu.

Segundo o produtor, o projeto de Pompeu é excelente porque além de dar o foco certo para as propostas essenciais, terá uma repercussão social ao gerar empregos. A principal qualidade da proposta, destacou, é permitir que o Congresso exerça o controle sobre os meios de comunicação de massa, "sem qualquer conotação de censura". De acordo com sua análise, quem derrotou essa proposta no Congresso, quando ela foi apresentada, "não foi a instituição, mas os parlamentares que são donos de meios de comunicação."

Luis Carlos Barreto participou como fotógrafo de alguns dos clássicos do "Cinema Novo", como Vidas Secas, de Nelson Pereira do Santos e A hora e a vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos. Hoje, como um dos principais produtores do cinema nacional, ele sustenta que - a exemplo do que acontece em países como a Itália, França e Alemanha - o Brasil precisa providenciar a criação de um Fundo de Produção de Imagens, com recursos provenientes de taxação sobre o faturamento das emissoras de TV.

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "BARRETO ELOGIA ARTICULAÇÃO DO SENADO POR UMA POLÍTICA CINEMATOGRÁFICA"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.406s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats