Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ASen

JEFFERSON QUER BRASIL MAIS AGRESSIVO NO COMÉRCIO EXTERIOR

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Senado
Data de Publicação: 6 de dezembro de 1999
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

O senador Jefferson Péres (PDT-AM) cobrou, nesta segunda-feira (dia 6), mais agressividade do Brasil no jogo do comércio internacional. Ao comentar os resultados da recente reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Seattle, nos Estados Unidos, o senador disse que não se poderia esperar que o encontro produzisse um conjunto de normas e regras bem definidas com relação à circulação de mercadorias e serviços, observando que o quadro é muito complexo e demandará discussões prolongadas.

- Precisamos entender como funciona esse jogo, em que os países estão defendendo apenas seus próprios interesses, para também defendermos os nossos - disse.

Jefferson Péres classificou como "superficiais" as análises segundo as quais a reunião de Seattle aparece como um fracasso. Ele lembrou que a chamada "Rodada Uruguai" do Acordo Geral de Tarifas (GATT) - embrião da OMC - durou cinco anos. O importante a notar, no entender do senador, é que as discussões no âmbito da Organização Mundial do Comércio refletem os conflitos decorrentes do processo de globalização, em que os países pobres levam desvantagem natural.

- A globalização é uma arma de dois gumes. Exatamente por isso precisamos nos inserir de forma competente - disse o senador.

Isso não ocorreu, segundo ele, na abertura do Brasil às importações iniciada em 1990. O corte de tarifas num prazo muito rápido custou caro ao país.

Agora, observa o senador, os Estados Unidos levam à OMC a proposta de dificultar ou bloquear a importação de produtos de países que não consigam resolver problemas sociais graves como o trabalho infantil. Esse tipo de barreira não tarifária ficaria consignado nas regras da OMC como cláusula social de um acordo geral de comércio, embora seja considerado por muitos como uma "hipocrisia" ou máscara para disfarçar o protecionismo norte-americano.

De acordo com Jefferson Péres, também a Europa protege seus interesses legítimos ao subsidiar a agricultura no pressuposto de que, além dos fazendeiros, protege o meio ambiente e a cultura. O Brasil, portanto, não deveria perder tempo fazendo o "papel de vítima" ou fantasiando sobre retaliações a parceiros poderosos como os Estados Unidos. - Precisamos negociar sem concessões e nos unirmos na forma de associações como o Mercosul - recomendou.

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "JEFFERSON QUER BRASIL MAIS AGRESSIVO NO COMÉRCIO EXTERIOR"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.404s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats