A senadora Maria do Carmo Alves (PFL-SE) afirmou que chegou a hora de a sociedade meditar sobre a tragédia da AIDS, que se abateu sobre a humanidade nos últimos vinte anos, e cuja extinção tem se mostrado tão complexa. Ao registrar o Dia Mundial de Combate à AIDS, ocorrido no último dia 1º, a senadora disse que, apesar de todos os esforços desenvolvidos no mundo, a doença continua atemorizando as autoridades sanitárias. A AIDS matou, neste ano, 2,6 milhões de pessoas, batendo recorde desde o surgimento da epidemia, que já fez mais de 16 milhões de vítimas, informou.
- O Brasil tem lutado bravamente para encarar e solucionar o problema e já obteve alguns resultados positivos. A atual política de assistência farmacêutica, adotada no Programa de Assistência e Controle da AIDS, que permitiu o acesso universal e gratuito aos medicamentos e monitoramento laboratorial na rede pública, abrangeu, este ano, 75 mil pessoas e resultou em uma economia de R$ 521 milhões para os cofres públicos - destacou.
Maria do Carmo Alves salientou que a AIDS é uma doença que exige a participação de todas as pessoas próximas ao infectado e que o Ministério da Saúde, responsável pelo sistema de vigilância epidemiológica, oferece diagnóstico, aconselhamento, assistência médico-hospitalar, farmacêutica e social, além de exercer uma proveitosa parceria com organizações não governamentais e associações comunitárias.
- O país registrou uma queda no índice de mortes de aidéticos nos últimos dois anos. E, inegavelmente, as políticas públicas desenvolvidas para o setor têm tido um caráter humanitário, procurando envolver o maio número de parceiros como as ONGS e entidades de assistência social - concluiu a senadora.
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