A presença do ministro da Fazenda, Pedro Malan, e do presidente do Banco Central, Gustavo Franco, ao "debate democrático com as comissões do Senado", certamente "capacitou mais os senadores para discutir as medidas que o Executivo envia ao Congresso Nacional para exame e votação", disse o presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães, ao encerrar, às 14 horas, a audiência pública que contou com a presença das autoridades econômicas. Ele salientou que vários senadores, devidamente inscritos, não puderam formular seus questionamentos ao ministro, que se dispôs, no entanto, a responder aos que lhe forem enviados por escrito. Os seguintes senadores não tiveram tempo de debater com Pedro Malan e Gustavo Franco: José Fogaça (PMDB-RS), Roberto Freire (PPS-PE), Roberto Requião (PMDB-PR), Gilberto Miranda (PFL-AM), Pedro Simon (PMDB-RS), Emília Fernandes (PDT-RS), Leonel Paiva (PFL-DF), Ronaldo Cunha Lima (PMDB-PB), Júnia Marise (PDT-MG), Ademir Andrade (PSB-PA), Gilvam Borges (PMDB-AP), Ney Suassuna (PMDB-PB) e Jonas Pinheiro (PFL-MT). Como de praxe, Antonio Carlos Magalhães solicitou que eles elaborem suas interpelações por escrito, para que a Mesa as encaminhe ao ministro.
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