O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) disse há pouco que o deputado Wanderval Santos (PL-SP) agiu "por um dever doutrinário". Segundo Sampaio, quem conhece a doutrina da Igreja Universal do Reino de Deus sabe que Wanderval não poderia perguntar ao coordenador político da igreja - no caso, o ex-deputado Carlos Rodrigues - sobre a origem do dinheiro que recebia. A hierarquia da igreja é muito rígida, explicou Sampaio, durante depoimento de Wanderval no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar .
Wanderval Santos (PL-SP) responde a processo por quebra de decoro parlamentar por ter sido citado no relatório parcial conjunto das comissões parlamentares mistas de inquérito (CPMIs) dos Correios e da Compra de Votos. Nos documentos enviados pelo Banco Rural às comissões, Célio Marcos Siqueira, assessor de Santos que atuava como motorista, aparece como beneficiário de R$ 150 mil.
A reunião do conselho continua no plenário 3.
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Reportagem - Oscar Telles
Edição - Sandra Crespo
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