O ex-presidente de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato afirmou emocionado, em depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, que foi linchado sem comprovação e prefere "ser torturado em um pau-de-arara do que passar por esse processo de tortura constante". "Fui inocente útil. Tudo indica que fui usado", complementou, referindo-se às acusações de que teria repassado, ilicitamente, recursos da Visanet à agência de publicidade DNA, do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.
Pizzolato disse ter a consciência tranqüila, pois não cometeu "nenhum ato que desabonasse" seus 31 anos de BB. O depoente acrescentou ainda que não se considera traidor do PT, e que diria isso nos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Leia mais:Pizzolato admite que autorização partiu de GushikenSerraglio: CPMI não tem como saber a origem do R$ 1 milhãoCPMI: relator quer acareação entre Pizzolato e GushikenPizzolato desmente teor de entrevista à IstoÉPizzolato diz que não controlava recursos da VisanetCPMI aprova convocação de 61 pessoas ligadas a fundosDeputado vai responder a acusações de fundosRelator de CPMI defende prisão de Marcos ValérioDeputado quer convocar dirigentes de dez fundos CPMI debate com delegados acesso a informações da PFCPMI dos Correios ouve ex-diretor de marketing do BB
Reportagem - Newton Lima Jr.
Edição - Sandra Crespo
Link para a página original
0 pessoas comentaram a notícia "CPMI dos Correios: Pizzolato diz que foi 'inocente útil'"
Deixe o seu comentário
* Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.