Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ACam

Orçamento do Primeiro Emprego cairá pela metade em 2006

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Câmara
Data de Publicação: 30 de dezembro de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Lançado no primeiro ano do Governo Lula como uma das prioridades de seu mandato, o Programa Primeiro Emprego sofreu um corte de 57% na proposta orçamentária de 2006, em debate no Congresso Nacional. Dos quase R$ 140 milhões de 2005, o orçamento do programa, tido como instrumento para combater a pobreza e a exclusão social, cairá para apenas R$ 60 milhões.

Apesar disso, o deputado Gilmar Machado (PT-MG) nega que a intenção do governo seja acabar com o programa. "O Primeiro Emprego será mantido, só que não com o enfoque anterior de prioridade absoluta", justifica.

Qualificação

Uma das vertentes do Primeiro Emprego é a concessão de subsídio a empresários para que dêem oportunidade de trabalho a jovens carentes de 16 a 24 anos. De acordo com o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Remígio Todeschini, 300 mil jovens foram atendidos desde que o programa foi criado.

Todeschini observou que o valor de apenas R$ 60 milhões previsto na proposta orçamentária de 2006 foi fixado pelo Ministério do Planejamento e não condiz com o que deseja o Ministério do Trabalho. Ele pede que o Congresso aumente os recursos do programa para pelo menos R$ 139 milhões. "É uma responsabilidade de deputados e senadores dar alento à juventude, ampliando esse orçamento", apela.

O secretário explica ainda que o ministério deve mudar o foco do Primeiro Emprego para fortalecer a qualificação dos jovens. "O empresário quer um jovem preparado e qualificado. Não interessa tanto a subvenção econômica."

Falta de entendimento

Para o deputado Ricardo Barros (PP-PR), o programa não deu certo porque faltou entendimento com o empresariado. "O Primeiro Emprego saiu da cabeça de alguns tecnocratas que imaginaram poder sensibilizar empresários naquelas condições. As soluções do programa não eram atrativas e os empresários não participaram", avalia.

Parlamentares da oposição acusam o governo de retirar recursos de outros programas para ampliar o alcance do Bolsa Família em pleno ano eleitoral. Carro-chefe do Governo Lula, o programa concede auxílio financeiro a famílias com renda per capita de até R$ 100. O orçamento do Bolsa Família cresceu dos R$ 6,5 bilhões em 2005 para R$ 8,3 bilhões em 2006. A intenção do governo é alcançar todo o público-alvo do programa, formado por 11,2 milhões de famílias.

Reportagem - Marise Lugullo

Edição - Francisco Brandão

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Orçamento do Primeiro Emprego cairá pela metade em 2006"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.641s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats