Com quorum suficiente, a Comissão Mista de Orçamento continua a discutir os relatórios setoriais do projeto orçamentário para 2006. O relator de Trabalho, Previdência e Assistência Social, senador João Ribeiro (PL-TO), afirmou há pouco que vai propor adendo ao parecer, transferindo os recursos destinados à Bolsa Família, na rubrica suplementação alimentar do Ministério da Saúde, para o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Com isso, o relator satisfaz os deputados que protestavam contra o fato de esses recursos estarem na área da Saúde, o que representaria um desvio do dinheiro destinado à pasta.
O relator setorial de Saúde, deputado Claudio Cajado (PFL-BA), concordou com o adendo. Ele advertiu, no entanto, que na hora da votação do relatório final será mantida a posição de não votar o Orçamento se esses recursos continuarem na área da Saúde.
A reunião prossegue no plenário do Senado.
Leia mais:Oposição fecha acordo para votar destaques de AgriculturaOrçamento suspende reunião por falta de quorumOposição quer encerrar sessão; relator contempla estadosComeça debate sobre destaques do relatório da AgriculturaRelator vai refazer parecer sobre Trabalho e PrevidênciaRelator propõe emenda de R$ 3,4 bi para aumento do mínimoDeputados acusam perdas de R$ 4 bilhões da Saúde em 2006Orçamento abre debate sobre relatório setorial de TrabalhoOrçamento conclui leitura do segundo relatório setorialIniciada a leitura de mais um relatório setorialOrçamento transfere votação de destaques para as 14 horasOrçamento aprova relatório setorial da agriculturaDeputados avaliam decisão do PFL de obstruir votaçãoComeça reunião da Comissão de OrçamentoOrçamento continua hoje votação de relatórios setoriaisNotícias anteriores:Previdência: orçamento prevê economia de R$ 5,4 bi
Reportagem - Luiz Claudio
Edição - Francisco Brandão
Link para a página original
0 pessoas comentaram a notícia "Relator passa verba da Saúde para Desenvolvimento Social"
Deixe o seu comentário
* Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.