O coordenador-geral de Certificação e Orientação Profissional do Ministério do Trabalho e Emprego, Marcelo Alvares Souza, ressaltou que o reconhecimento dos agentes de cidadania não é passado unicamente pela escola, mas também pela própria experiência de vida. Em sua análise, o projeto de profissionalização dos agentes de cidadania e direitos humanos possibilita o reconhecimento de pessoas que não tem acesso à educação. "A certificação surge para reforçar o papel da escola", afirmou. Ele participa do seminário parlamentar "A Certificação do Agente de Cidadania e Direitos Humanos", proposto pelo Projeto Unicidadania.
Para o convidado, o grande risco do projeto é que ele seja construído sem número suficiente de debates. "Nesse caso, ele pode se tornar em um instrumento de exclusão e não de inclusão".
Na opinião do representante da Comissão Extraordinária dos Direitos Humanos do Senado Italiano, senador Antonio Iovene, o projeto constitui-se em uma grande escola que fortalece a democracia.
Reportagem - Marcus Vinicius Almeida
Edição - Ana Felícia
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