O secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, continuando a falar na audiência pública da Comissão Especial da CPMF, revelou há pouco que, dos R$ 2,9 trilhões em operações bancárias realizadas no ano passado, R$ 864 bilhões só pagaram a CPMF, nenhum outro tipo de imposto. Esse montante, que representa 34% das transações financeiras, demonstra, segundo ele, a importância fundamental da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira como instrumento auxiliar da fiscalização. O secretário acrescentou que naquelas operações bancárias não foram incluídas as receitas brutas das empresas, rendimentos de pessoas físicas, transferências entre mesmos titulares, e transações imobiliárias.
Everardo insistiu em que o tamanho da carga tributária do país é definido pelas despesas. "Não se pode falar na extinção de um tributo sem a diminuição dessas despesas, sob pena de um colapso fiscal", argumentou.
Por Vânia Alves/AM
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