Em audiência pública na CPI do Proer, o professor de Economia da USP José Roberto Mendonça de Barros defendeu o Programa. De acordo com ele, entre os programas de reestruturação de bancos implementados em vários países do mundo, o Proer é o que terá maior índice de recuperação de recursos.
Mendonça de Barros afirma que o custo do programa, que vigorou entre 1995 e 1997, somado ao capital extra aplicado pelo Governo no Banco do Brasil, foi estimado em 4% do PIB. Estudo da UFRJ indica que esse custo vem caindo em função do pagamento dos empréstimos e está em torno de 1,77% do PIB.
Apesar de defender o Proer, o economista acredita que pode ter havido desvios na aplicação dos recursos liberados.
Por Cid Queiroz/PR
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