O ex-supervisor técnico da seleção brasileira da Copa de 1998, Américo Faria, afirmou que não tem contrato com a Nike e negou ter tido conhecimento, durante a Copa da França, que o técnico Zagallo tivesse qualquer vínculo financeiro com a multinacional de material esportivo. Mas Faria garantiu que no exterior é uma prática usual contratos firmados entre técnicos e fornecedores de materiais para atletas. E que essa prática já estava sendo comum no Brasil. Ele afirmou aos deputados da CPI que, a princípio, não teve conhecimento do teor do contrato CBF/Nike, mas posteriormente ficou sabendo que alguns amistosos poderiam ser promovidos pela multinacional. Faria assegurou, no entanto, que a comissão técnica é quem dava a palavra final sobre os adversários e locais de jogos. E também confirmou que Zagallo era o responsável pela escalação da equipe brasileira.
Por Mércia Maciel/ RCA
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