O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, negou notícia veiculada na Folha de São Paulo de que a entidade entraria na Justiça para impedir a quebra do sigilo bancário das equipes. "Nós pretendemos apenas escalar um advogado para acompanhar os trabalhos da CPI".
Koff afirmou que não conhece o contrato da CBF com a Nike, mas acha normal esse tipo de contrato com clubes de futebol. Fábio Koff, que era presidente da delegação da seleção na Copa da França, afirmou que só ficou sabendo que o jogador Ronaldinho teria tido um mal-estar e que o Zagallo tinha comunicado que o Edmundo o substituiria. Pouco antes da partida assinou documento com a escalação do Ronaldinho. Ele reconheceu que a Comissão Técnica fez uma reunião reservada para discutir o assunto. Nela foram feitos dois pactos: um de silêncio sobre o ocorrido e outro para que Ronaldinho procurasse um médico. "A decisão de se manter o assunto em sigilo foi para preservar a equipe".
Fábio Koff assumiu a responsabilidade de ter incluído Ronaldinho na lista dos reservas, o que permitiu que o jogador entrasse em campo.
O presidente do Clube dos 13 desmentiu as afirmações de Edmundo de que Luiz Alexandre Rodrigues, representante da Nike, tinha livre acesso às dependências da seleção brasileira.
Por Zilva Laborão/Christian Morais/CQ
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