Depois de se acalmarem os ânimos na CPI da CBF/Nike, o relator, deputado Silvio Torres (PSDB-SP), perguntou ao ex-técnico da seleção brasileira, Zagallo, se ele não tinha conhecimento dos artigos do contrato da CBF com a Nike que determinavam que a empresa americana deveria marcar cinco jogos amistosos por ano com escalação de oito jogadores da seleção, e que os amistosos não poderiam acontecer sem a autorização da empresa de material esportivo.
Em resposta, Zagallo disse que o contrato dele era com a CBF e que ele podia escalar o time que bem entendesse. "Eu não seria um fantoche, caso contrário, eu largaria o cargo", afirmou.
Por Poliani Castello Branco/ RCA
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