O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Benjamin Sicsú, disse há pouco na Comissão da Amazônia que o enquadramento dos monitores de vídeo e celulares como bens de informática, previstos no projeto a ser votado hoje na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, se justifica porque cada vez mais os monitores de vídeo se confundem com os equipamentos de televisão, com funções semelhantes, e no caso dos celulares, cada vez mais eles possuem equipamentos de informática nos seus componentes.
Benjamin esclarece que o projeto autoriza o presidente da República a avaliar a inclusão no bojo dos benefícios de que trata a lei desses produtos, não sendo, portanto, um procedimento imediato.
Por outro lado, o secretário apontou uma distorção que existe com o sistema atual. "Duas fábricas iguais que produzem celulares e os vendem a R$ 470, obtêm lucros diferentes: a situada na Zona Franca de Manaus tem lucro de R$ 61, e a que está em São Paulo, R$ 16".
Por Maristela Sant'Anna/LC
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