Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ACam

COMBATER SONEGAÇÃO É CONSENSO PARA AUMENTAR MÍNIMO

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Câmara
Data de Publicação: 10 de novembro de 2000
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Parlamentares discutem com lideranças do Governo propostas de recursos para o aumento do salário mínimo no Orçamento de 2001.

A inclusão de fontes de receita para garantir o aumento para R$180,00 foi o tema de uma reunião hoje no Senado, com o líder do Governo no Senado, José Roberto Arruda (PSDB-DF), o relator da Comissão Mista do Orçamento, senador Amir Lando (PMDB-RO), e os deputados Paulo Paim (PT-RS), Eduardo Paes (PTB-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Os parlamentares discutiram as opções mais viáveis de reajuste do mínimo para US$ 100,00, entre elas, o combate a elisão fiscal, que são as lacunas na lei que permitem às empresas deixar de pagar impostos. A medida geraria recursos de R$ 3 bilhões. Outra alternativa levantada é a flexibilização do sigilo bancário, com isso, o Governo poderia arrecadar pelo menos R$ 9 bilhões; também foi proposta a taxação de juros sobre o capital próprio das empresas. O capital próprio inclui tudo que a empresa arrecada com a atividade que desenvolve; a idéia é defendida pelo presidente Fernando Henrique. E por último, a tributação sobre os fundos de pensão que, se aprovada, traria uma receita de R$ 4 bilhões que seriam suficientes para pagar o reajuste do salário mínimo.

Para o deputado Paulo Paim (PT-RS), o Governo mostrou disposição em mobilizar sua base para resolver o quanto antes o impasse em torno do mínimo.

O deputado Eduardo Paes (PTB-RJ), que foi relator da Comissão Especial do Salário Mínimo, também acredita no consenso para a aprovação das propostas que garantem o aumento do mínimo, e destacou as medidas de combate à sonegação como fundamentais para resolver o problema. "Além disso, tem a opção que foi colocada pelo próprio presidente da República, que é a tributação dos juros sobre capital próprio, uma espécie de dividendo distribuído aos acionistas das empresas, que hoje tem uma tributação de cerca de 15%, e que precisa ser igual à do imposto de renda, de 35%".

Todas as alternativas discutidas já estavam previstas no relatório do deputado Eduardo Paes, apresentado em maio deste ano, mas que não foram acatadas pelo Governo.

As propostas discutidas na reunião de hoje dependem de aprovação do Congresso. Mesmo com o final do ano se aproximando e com a pauta do plenário cheia, os deputados acreditam que o Governo está disposto a negociar. E que será possível encontrar, ainda neste ano, a fonte dos recursos para o reajuste do mínimo.

Por Karla Wathier/ Tatiana Azevedo/ RCA

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "COMBATER SONEGAÇÃO É CONSENSO PARA AUMENTAR MÍNIMO"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.375s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats