Na CPI que investiga a aplicação dos recursos do Fundo de Investimento do Finor, o ex-presidente da Fazenda Vale do Riachão,
Luiz Alves da Almeida, negou as acusações de desvio de R$ 650 mil tomados em empréstimo do Fundo, e afirmou que não existe verba depositada na conta de familiares.
Os deputados da Comissão consideraram seu depoimento evasivo, e alegam que ele não conseguiu explicar o quanto investiu do empréstimo recebido.
A CPI também ouviu a presidente da Comissão de Sindicância que apurou as irregularidades no Fundo, Suely da Rocha. Ela confirmou a divergência entre os depoimentos realizados na sindicância e na CPI, da funcionária da Sudene acusada de cobrar pedágio para aprovar projetos, Patricia Bezerra Mourant.
A CPI vai pedir a íntegra dos depoimentos e deve convocar a funcionária novamente. Segundo o deputado Avenzoar Arruda (PT-PB), a comissão de sindicância foi superficial, e a CPI terá de aprofundar as investigações.
Por Getsemane Silva/ RCA
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