Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ABr

Secretário diz que projeção de crescimento econômico para 2009 pode ser revista

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Brasil
Data de Publicação: 3 de julho de 2008
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Brasília - O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou hoje (3) que, "devido ao contexto nacional", pode ser necessário rever a projeção de crescimento da economia em 2009, atualmente previsto em 5%. A revisão seria divulgada em agosto, com o envio ao Congresso do Projeto de Lei Orçamentária Anual.

"Acho sustentável [um crescimento da economia] de 4,5% a 5%, mesmos com as atuais pressões inflacionárias oriundas de choques externos e eventuais aquecimentos pontuais de alguns setores". Segundo o secretário, o Brasil foi afetado pela inflação mundial, gerada por alta de preços de alimentos, aço e petróleo. "Mas", ressaltou, "isso não quer dizer que vamos assistir impassíveis".

"O Brasil não decide os choques que o afetam. O Brasil decide como responde a esses choques. E nós não deixaremos que esse choque cause uma aceleração, um aumento permanente da inflação e muito menos que prejudique o ciclo de desenvolvimento em curso. Obviamente, exige-se um ajuste de instrumentos, sem mudança de estratégias", afirmou.

Barbosa disse ainda que não gosta da idéia de definir a política econômica em termos de "desenvolvimentistas versus monetaristas". "Acho que isso só tira o foco. O mais importante, em tempos de crise internacional, é uma união de diferentes visões em prol dos mesmos objetivos."

Para o secretário, o governo já tomou as medidas necessárias para conter a inflação. "A política fiscal já é contracionista desde o final do ano passado, antes do aumento da taxa de juros", disse. Esse ajuste fiscal é feito pelo Ministério da Fazenda com redução dos gastos públicos, o que, conseqüentemente, reduz a procura por bens e serviços, o que evita maior pressão sobre os preços.

O aumento da taxa básica de juros, feito pelo Banco Central, também é visto como uma forma de conter a inflação. A Selic já foi elevada em um ponto percentual neste ano. Para o Banco Central, o crescimento da demanda em descompasso com a oferta tem gerado alta dos preços no país. "Essas medidas ainda não têm 100% de efeito, principalmente a taxa básica de juros, que tem um impacto defasado na economia. A economia já está com taxa de crescimento com uma leve desaceleração", ressaltou Barbosa.

Quanto à meta de inflação de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos, em 2008, 2009 e 2010, o secretário disse que as medidas adotadas são "consistentes" com a inflação, "convergindo para algo próximo do centro da meta já no final de 2009". Para ele, o centro da meta de 4,5%, também para 2010, é "suficiente para absorver os impactos iniciais dos choques internacionais, mantendo o crescimento da economia na faixa de 4,5% a 5%".

"Se vai ser um pouco mais ou menos, qual data, isso é do dia-a-dia, não é uma questão que a gente pode definir de imediato", afirmou Barbosa. "A gente não decide convergência, não decide ritmo de crescimento. A gente toma medidas para viabilizar isso."

Por: Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Secretário diz que projeção de crescimento econômico para 2009 pode ser revista"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.689s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats