Brasília - O tema da legalização do aborto chegou a ser aprovado como recomendação na 11ª Conferência Nacional de Saúde, mas não resultou em providências práticas por parte das autoridades.
Agora, na 13 ª edição do evento, a diretora da Rede Nacional Feministas da Saúde, Clair Castilhos acredita que uma deliberação favorável à descriminalização terá outros efeitos:
“A novidade é que a posição do Ministro da Saúde é claramente favorável ao tratamento do aborto como problema de saúde pública. Nosso país é um estado laico e não confessional, como o Irã e outros islâmicos. Então, as religiões não têm que impor sua posição em relação a decisões que cabem aos cidadãos brasileiros em sua totalidade”.
Em entrevista hoje (16) à Agência Brasil, ela lembrou que as mulheres fazem o aborto pelas mais diferentes causas, inclusive para evitar situações traumáticas. Em alguns estados e capitais, o aborto aparece como principal causas de morte materna.
Por: Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil
Link para a página original
0 pessoas comentaram a notícia "Para rede feminista, decisão sobre aborto não deve passar por concepções religiosas"
Deixe o seu comentário
* Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.