Brasília - Em seis meses deve estar em pleno funcionamento o Cadastro Nacional de Adoção, um banco unificado de dados sobre crianças e jovens adotáveis e famílias adotantes. Para discutir como será estruturado o banco, o Conselho Nacional de Justiça reuniu em Brasília, nesta semana, juízes da Infância de todo o país.
Foram definidos no encontro os grandes eixos operacionais que deverão garantir eficiência, transparência e confiabilidade ao cadastro, que unificará os procedimentos de adoção no território nacional. Atualmente, as adoções atendem unicamente aos critérios dos juízes da Infância e Juventude nos estados. Não há intercâmbio de informações sobre crianças disponíveis para a adoção e sobre famílias interessadas que vivem em outras localidades.
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