Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ABr

Ministros dizem que fraudes não atrapalham PAC

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Brasil
Data de Publicação: 17 de maio de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Brasília - Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e de Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia, comentaram sobre a Operação Navalha, da Polícia Federal, que prendeu na manhã de hoje (17) 43 pessoas envolvidas em uma organização criminosa que desviava recursos federais de obras públicas.

Questionado sobre fraudes, ainda não confirmadas oficialmente, em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Tarso respondeu que não conhece tal informação, mas negou que possa atrapalhar o andamento do programa. A PF é subordinada ao Ministério da Justiça.

"Não é preocupante. Estamos muito contentes com a operação. A Polícia Federal vai continuar investigando, operando. Certamente, outras operações virão. Vocês podem estar certos que os efeitos disso são positivos para o Estado brasileiro, que não vai poder mais contabilizar propinas na construção de obras públicas".

Walfrido garantiu que o PAC não será prejudicado. "Um prédio de 30 andares não vai deixar de ser construído porque um caminhão de areia foi mal administrado". Os dois ministros participaram de reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) no Palácio do Planalto.

Entre os presos na operação policial, estão diversas autoridades estaduais e funcionários e intermediários da construtora Gautama, de Salvador. O inquérito corre em segredo de Justiça. O objetivo do grupo era lucrar com a execução de obras públicas, praticando crimes como fraude em licitação, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

De acordo com a PF, a organização criminosa desviou recursos dos Ministérios de Minas e Energia; Planejamento; Integração Nacional; Cidades; e do Departamento Nacional Infra-Estrutura de Transportes (Dnit).

A polícia informou que a empresa baiana operava uma organização criminosa infiltrada no governo federal e em governos estaduais e municipais. Os estados onde os mandados estão sendo cumpridos são Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Maranhão, São Paulo, além do Distrito Federal.

Por: Carolina Pimentel

Repórter da Agência Brasil

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Ministros dizem que fraudes não atrapalham PAC"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.672s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats