Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   

Últimas da ABr

Banco do Sul precisa definir linha de atuação, diz secretário do Ministério da Fazenda

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Brasil
Data de Publicação: 6 de dezembro de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Brasília - Apesar de ter a criação anunciada para o próximo domingo (9), em Buenos Aires, o Banco do Sul ainda é uma "abstração" porque não tem a linha de atuação totalmente definida, afirmou hoje (6) o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Luiz Eduardo Melin de Carvalho. Ele participou de audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados que discutiu o papel do futuro banco.

Segundo Melin, o Banco do Sul deve ajudar a impulsionar a produção nos países da América do Sul, mas deve ter mecanismos distintos dos agentes financeiros já existentes, como Banco Mundial (Bird) e Banco Interamericano para o Desenvolvimento (BID). “Há um leque bastante amplo de possibilidades”, afirmou.

Para o secretário, os sete países que formam o Banco do Sul, Brasil, Argentina, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Equador, terão de superar as desigualdades na formação do mercado financeiro. O Brasil é, segundo ele, o país com mercado financeiro mais bem estruturado. “No restante da região, os mercados financeiros são bastante tímidos e restritos”, ressaltou.

Na avaliação de Melin, o Banco do Sul deve funcionar como ferramenta para dar aos países do continente a possibilidade de obter créditos e estruturar iniciativas produtivas que eles hoje não têm.

De modo geral, a criação do banco foi bem aceita pelos demais participantes da audiência pública, mas houve críticas em relação à falta de debate em torno do projeto. “Faltou transparência e diálogo com a sociedade e o parlamento”, ressaltou o representante do Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas (Ibase), Carlos Tautz. “A discussão sobre o assunto até agora foi um debate de gabinete, burocrático.” Tautz disse temer que o Banco do Sul repita os erros das instituições multilaterais existentes.

Autora do requerimento de audiência pública, a deputada Luciana Genro (PSOL-RS) também cobrou mais debate sobre a institucionalização do Banco do Sul. Ela quer envolver o Congresso na discussão, mas diz que os próprios parlamentares desconhecem o assunto. Além de Luciana, apenas o presidente da comissão, deputado Virgílio Guimarães (PT-MG) e João Magalhães (PMDB-MG) estavam presentes.

Por: Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Banco do Sul precisa definir linha de atuação, diz secretário do Ministério da Fazenda"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2008 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.514s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less
    WeZ Stats