São Paulo - As medidas para regulação da cobrança de tarifas bancárias anunciadas hoje (6) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) foram recebidas com cautela por associações de defesa do consumidor. Embora as íntegras das resoluções que vão impor as novas regras para tarifação dos serviços das instituições financeiras não tenham sido divulgadas, representantes das entidades disseram que, de acordo com o informado pelo Banco Central (BC) e o Ministério da Fazenda, os benefícios aos clientes serão limitados.
Maria Elisa Novais, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), observou que grande parte dos serviços considerados essenciais pelo CMN, e que portanto não poderão ser tarifados, já são gratuitos, conforme estabelecem regras antigas do BC.
Por: Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil
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