Brasília - Os novos agentes penitenciários vão trabalhar no novo Sistema Penitenciário federal, reforçando a equipe da penitenciária de Catanduvas (PR), inaugurada em 23 de junho, e na de Campo Grande (MS), que deve entrar em funcionamento nos próximos meses. As outras prisões devem ser construídas em Porto Velho (RO), Mossoró (RN) e em um município no Espírito Santo.
Inicialmente, o sistema será composto por cinco penitenciárias de segurança máxima (uma em cada região do país), com 200 celas individuais em cada.
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, explica que a finalidade dos novos presídios não será resolver o problema da superlotação, mas abrigar os criminosos de alta periculosidade e isolá-los do sistema prisional estadual.
“O sistema, instituído e concebido nas legislações penais de 1984, está sendo implementado agora como um sistema que permite o correto: o esperado isolamento de um preso das suas atividades criminosas”.
O diretor do Sistema Penitenciário Federal, Wilson Salles Damázio, afirmou que o governo federal, ao criar o novo sistema, disponibilizou aos estados uma eficiente ferramenta de combate à criminalidade.
“Pois todos aqueles que estiverem sob custódia do Sistema Penitenciário Nacional vão ter a certeza de que a sua pena será integralmente cumprida, mas terão a certeza também que terão um tratamento humano”.
Por: Irene Lôbo
Repórter da Agência Brasil
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