Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o Fundeb – novo fundo da educação básica, aprovado hoje (6) pelo Congresso Nacional – será importante para reduzir as “disparidades regionais” da educação brasileira. Segundo ele, o novo fundo beneficia as “populações historicamente prejudicadas”.
O ministro afirmou, em entrevista coletiva, que a partir da aprovação do Fundeb, o MEC terá condição de trabalhar com o “tripé da qualidade na educação”: financiamento adequado, avaliação do ensino e formação de professores.
O fundo prevê a criação de um piso salarial nacional para o magistério, além de ampliar o atendimento para todo o ensino básico - infantil, fundamental e médio, além da educação especial, de jovens e adultos e creches. O fundo em vigor atualmente (Fundef) financia só o ensino fundamental.
A deputada Iara Bernardi (PT-SP), relatora da proposta, disse que o Fundeb vai aumentar em mais de 50% o número de alunos beneficiados: de 30,2 milhões para 48,1 milhões.
Segundo cálculos do ministério, o Fundeb pode injetar até R$ 50 bilhões na educação básica. Saiba mais sobre o financiamento e sobre a forma como a verba será distribuída entre os estados nas matérias ao lado.
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